Destaques
Cada momento do tempo tem uma característica própria
Diz-nos a intuição e até mesmo os adágios populares, que “o momento” em que a coisa aconteceu, é por ventura a base de sucesso ou oportunidade e por isso há coisas que correm bem e outras que nem por isso. A análise à posteriori, a experimentação sucessiva, a estatística são sem sombra de dúvidas elementos importantes para a compreensão da estrutura das coisas, mas há sempre uma questão subjacente, mais subtil e que foge via de regra à análise comum… isto é, porque razão e com semelhantes características, alguns eventos resultam e outros não? Diria, que existem duas componentes: uma é a própria estrutura da coisa ou da acção (e é sobre essa que recai via de regra a análise) a outra é o “momento do tempo” em que essa mesma coisa ou acção teve lugar. Esse factor, “momento do tempo” é absolutamente crucial e determinante no resultado final, porque o factor tempo encerra em si uma matriz, perfeitamente analisável e por isso passível de nos elucidar sobre esses subtis factores, que fugiram à análise comum, mas que na verdade encerram o âmago central das coisas. Ler (+) |
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